sexta-feira, 23 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Pai, começa o começo!
Aos amigos com carinho.
Pai, começa o começo!
"Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - “pai, começa o começo!”. O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos.
Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, ificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você encontraremos pela frente. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”."
Autor: Desconhecido.
Pai, começa o começo!
"Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - “pai, começa o começo!”. O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos.
Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, ificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você encontraremos pela frente. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”."
Autor: Desconhecido.
domingo, 11 de setembro de 2011
Trabalhadora
Minha mãe sempre foi um exemplo de trabalho e disciplina. Meu pai, por algum tempo, não queria que ela trabalhasse. Contudo, ela sempre teve algum tipo de atividade rentável. Já vi ela vendendo minhas roupas usadas, quando elas já não me serviam mais, já a vi vendendo avon, roupas íntimas, semi-jóias, cachorro-quente, dentre outras. Minha mãe nunca foi acomodada e sempre "fez a coisa acontecer".
Este exemplo me serviu para ter atitude semelhante na minha vida. Quando as circunstâncias me impediam de fazer algo da forma como eu gostaria de fazer, mesmo assim eu sempre tentava e o fazia de uma forma mais criativa, ou seja, DA MANEIRA DE DEUS. Creio que nós somos nossos próprios limitadores e a única coisa que pode nos impedir é a nossa escolha. E quando falo em escolha o ser humano SÓ TEM DUAS: fazer a vontade de Deus ou NÃO FAZER. Não há outro tipo de escolha. Somos muito limitados e não podemos mudar nada em nossas vidas. Na Bíblia está dito:
Mateus 5. 34-37
"Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus;
Nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei;
Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto.
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna."
'
Não temos o controle de absolutamente nada, tudo o que temos é graça de Deus e por isso somente Deus sabe o que é melhor para nós. Se não estivermos na sua vontade, com certeza estaremos em apuros. Na minha concepção não há mal ou bem, APENAS PRESENÇA OU AUSÊNCIA DE DEUS. Ou o obedecemos ou pereceremos, o restante não é escolha É ESCRAVIDÃO
domingo, 28 de agosto de 2011
Luta pelas famílias
Não me lembro a idade que eu tinha, mas era menos que dez anos. Estava eu, meu pai e minha mãe em casa, era o início da tarde, derrepente bateram na porta, de forma insistente. Meu pai levantou e foi atender. Quando abriu a porta viu um rapaz, conhecido seu, que dizia: "Ele vai matar os filhos! Ele vai matar os filhos!". O pai pediu para ele se acalmar e explicar o que exatamente estava acontecendo. O rapaz respirou fundo, pois estava nervoso, e disse: "O fulano soube que seus filhos haviam roubado e ele está espancando seus filhos e não pára." O pai conhecia o "fulano" e sabia onde ele morava.
Naquele momento meu pai olhou para mim e disse: "Vem comigo filho!". Então saímos e fomos para ver o que deveríamos fazer, mas na verdade era que meu pai sería conduzido por Deus. Chegando a casa daquele homem, desapontado com seus filhos e que canalizou sua frustração de forma violenta, estava em pé no meio da sala com um chicote na mão e seus três filhos ajoelhados, com o rosto colado na parede e com as costas sangrando de tantas chicotadas. Vi ali, não ladrões, mas crianças carentes e humilhadas por seus erros, erros que todos somos passíveis de cometer.
O meu pai saudou aquele homem ofegante de tanto agredir seus filhos e este homem virou-se em direção ao meu pai e agiu como se visse um ajudador, pois precisava de ajuda para fazer de seus filhos homens de bem, pois era nítido em seu olhar a dor que ele sentia por estar fazendo aquilo e ao mesmo tempo inseguro por ver que havia perdido o controle. O meu pai compreendeu aquele pai descontrolado e, falando com voz serena e firme, disse: "Estamos aqui para te ajudar, vamos conversar um pouco!!!". O senhor largou o chicote e se sentou para conversar com o meu pai, enquanto isso os meninos permaneceram ajoelhados.
Eles conversaram durante vários minutos e o homem, já calmo, pode refletir sobre suas atitudes. Meu pai pediu que seus filhos se levantassem e tratassem dos machucados. Nâo me lembro se o pai conduziu o homem até a polícia ou havia um policial conosco, mas algo aconteceu nesse sentido.
Depois daquele episódio nunca mais ouvi falar de outro ato de violência daquele homem e seus filhos hoje são homens de bem.
Não entendi na época por que ele me levou para ver aquela situação. Hoje vejo que aquele episódio me fez entender que TODA ATITUDE tem uma consequência. E esta consequência irá depender do tipo de opção que fizemos. Os meninos sofreram por suas atitudes erradas e o pai violento também. Contudo, o que mais aprendi é que todos somos responsáveis, por ação ou omissão, por tudo o que ocorre a nossa volta. Nâo adianta negligenciar os problemas que ocorrem próximo a nós, pois chegará o momento que eles baterão a nossa porta. Nisto aprendi a não me omitir naquilo que posso ter influência. Não forço a barra, apenas tomo atitudes quando me é dada a oportunidade.
Não fique olhando as situações a sua volta como se estivessem em outra dimensão, tome atitudes direcionadas por Deus para influenciar o seu meio. Lute em prol do bem de todos. Não falo em julgar, não falo em apontar o dedo, ESTOU FALANDO EM AJUDAR. Ajudar é auxiliar alguém a se levantar, a crescer. Todos merecemos ajuda, do pior ao melhor. Se não puderes ajudar, pelo menos ORE POR QUEM NECESSITA DE AJUDA E DEUS ENVIARÁ O SOCORRO.
Tenha um bom dia em nome de Jesus Cristo!!!
Naquele momento meu pai olhou para mim e disse: "Vem comigo filho!". Então saímos e fomos para ver o que deveríamos fazer, mas na verdade era que meu pai sería conduzido por Deus. Chegando a casa daquele homem, desapontado com seus filhos e que canalizou sua frustração de forma violenta, estava em pé no meio da sala com um chicote na mão e seus três filhos ajoelhados, com o rosto colado na parede e com as costas sangrando de tantas chicotadas. Vi ali, não ladrões, mas crianças carentes e humilhadas por seus erros, erros que todos somos passíveis de cometer.
O meu pai saudou aquele homem ofegante de tanto agredir seus filhos e este homem virou-se em direção ao meu pai e agiu como se visse um ajudador, pois precisava de ajuda para fazer de seus filhos homens de bem, pois era nítido em seu olhar a dor que ele sentia por estar fazendo aquilo e ao mesmo tempo inseguro por ver que havia perdido o controle. O meu pai compreendeu aquele pai descontrolado e, falando com voz serena e firme, disse: "Estamos aqui para te ajudar, vamos conversar um pouco!!!". O senhor largou o chicote e se sentou para conversar com o meu pai, enquanto isso os meninos permaneceram ajoelhados.
Eles conversaram durante vários minutos e o homem, já calmo, pode refletir sobre suas atitudes. Meu pai pediu que seus filhos se levantassem e tratassem dos machucados. Nâo me lembro se o pai conduziu o homem até a polícia ou havia um policial conosco, mas algo aconteceu nesse sentido.
Depois daquele episódio nunca mais ouvi falar de outro ato de violência daquele homem e seus filhos hoje são homens de bem.
Não entendi na época por que ele me levou para ver aquela situação. Hoje vejo que aquele episódio me fez entender que TODA ATITUDE tem uma consequência. E esta consequência irá depender do tipo de opção que fizemos. Os meninos sofreram por suas atitudes erradas e o pai violento também. Contudo, o que mais aprendi é que todos somos responsáveis, por ação ou omissão, por tudo o que ocorre a nossa volta. Nâo adianta negligenciar os problemas que ocorrem próximo a nós, pois chegará o momento que eles baterão a nossa porta. Nisto aprendi a não me omitir naquilo que posso ter influência. Não forço a barra, apenas tomo atitudes quando me é dada a oportunidade.
Não fique olhando as situações a sua volta como se estivessem em outra dimensão, tome atitudes direcionadas por Deus para influenciar o seu meio. Lute em prol do bem de todos. Não falo em julgar, não falo em apontar o dedo, ESTOU FALANDO EM AJUDAR. Ajudar é auxiliar alguém a se levantar, a crescer. Todos merecemos ajuda, do pior ao melhor. Se não puderes ajudar, pelo menos ORE POR QUEM NECESSITA DE AJUDA E DEUS ENVIARÁ O SOCORRO.
Tenha um bom dia em nome de Jesus Cristo!!!
sábado, 20 de agosto de 2011
Um pai pode mudar a história de seu filho
O amor de um pai, quando inspirado por Deus, pode realizar muito mais do que imaginamos.
É necessário que os homens assumam sua posição de Pai e as mães não inpessam que seus filhos recebam o que é deles (filhos) de direito, ou seja, o amor paterno.
É necessário que os homens assumam sua posição de Pai e as mães não inpessam que seus filhos recebam o que é deles (filhos) de direito, ou seja, o amor paterno.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
O amor de Pai é tão grande quanto o de mãe!!!
Por que privamos nossos filhos da presença de seus pais? Por que submetemos nossas crianças a ausência do amor paterno?
Um dia todos seremos julgados por Deus PAI e veremos que poderíamos ter feito muito mais por nossos filhos apenas deixando que os pais sejam pais e aos filhos desfrutarem deste privilégio.
Obrigado Senhor Deus por ter tido um Pai e uma mãe que me amaram com o teu amor. Peço-te que este privilégio se extenda a minha decendência.
85 vezes Dick Hoyt empurrou seu filho deficiente, Rick, por 42 km em maratonas. 80 vezes ele não só empurrou seu filho os 42 km em uma cadeira de rodas, mas também o rebocou por 4 km em um barquinho enquanto nadava e pedalou 180 km com ele sentado em um banco no guidão da bicicleta -- tudo isso em um mesmo dia.
Dick também o levou em corridas de esqui, escalou montanhas com ele às costas e chegou a atravessar os Estados Unidos rebocando-o com uma bicicleta. E o que Rick fez por seu pai? Não muito -- exceto salvar sua vida.
Esta história de amor começou em Winchester, nos EUA, há 43 anos quando Rick foi estrangulado pelo cordão umbilical durante o parto, ficando com uma lesão cerebral e incapacitado de controlar os membros do corpo.
-- Ele irá vegetar pelo resto da vida -- disse o médico para Dick e sua esposa Judy quando Rick tinha nove meses. -- Vocês devem interná-lo em uma instituição.
Mas o casal não acreditou. Eles repararam como os olhos de Rick seguiam os dois pelo quarto. Quando Rick fez 11 anos eles o levaram ao departamento de engenharia da Tufts University e perguntaram se havia algum jeito do garoto se comunicar.
-- Jeito nenhum -- disseram a Dick -- Seu cérebro não tem atividade alguma.
-- Conte uma piada para ele -- Dick desafiou. Eles contaram e Rick riu. Na verdade tinha muita coisa acontecendo no cérebro de Rick.
Usando um computador adaptado para ele poder controlar o cursor tocando com a cabeça um botão no encosto de sua cadeira, Rick finalmente foi capaz de se comunicar. Primeiras palavras? "Go Bruins!", o grito da torcida dos times da Universidade da Califórnia.
Depois que um estudante ficou paralítico em um acidente e a escola decidiu organizar uma corrida para levantar fundos para ele, Rick digitou: "Papai, quero participar".
Isso mesmo. Como poderia Dick, que se considerava a si mesmo um "leitão", que nunca tinha corrido mais que um quilômetro de cada vez, empurrar seu filho por 8 km? Mesmo assim ele tentou.
-- Daquela vez eu fui o inválido -- lembra Dick -- Fiquei com dores durante duas semanas.
Aquilo mudou a vida de Rick. Ele digitou em seu computador:
-- Papai, quando você corria eu me sentia como se não fosse mais portador de deficiências.
O que Rick disse mudou a vida de Dick. Ele ficou obcecado por dar a Rick essa sensação quantas vezes pudesse. Começou a se dedicar tanto para entrar em forma que ele e Rick estavam prontos para tentar a Maratona de Boston em 79.
-- Impossível! -- disse um dos organizadores da corrida.
Pai e filho não eram um só corredor e também não se enquadravam na categoria dos corredores em cadeira de rodas.
Durante alguns anos Dick e Rick simplesmente entraram na multidão e correram de qualquer jeito. Finalmente encontraram uma forma de entrar oficialmente na corrida: Em 83 eles correram tanto em outra maratona que seu tempo permitia qualificá-los para participar da maratona de Boston no ano seguinte.
Depois alguém sugeriu que tentassem um Triatlon. Como poderia alguém que nunca soube nadar e não andava de bicicleta desde os 6 anos de idade rebocar seu filho de 50 kg em um triatlon? Mesmo assim Dick tentou.
Hoje ele já participou de 212 triatlons, inclusive 4 cansativos Ironmans de 15 horas no Havaí. Deve ser demais alguém nos seus 25 anos de idade ser ultrapassado por um velho rebocando um adulto em um barquinho, você não acha? Então por que Dick não competia sozinho?
-- De jeito nenhum -- ele diz. Dick faz isso apenas pela sensação que Rick pode ter e demonstrar com seu grande sorriso enquanto correm, nadam e pedalam juntos.
Este ano, aos 65 e 43 anos de idade respectivamente, Dick e Rick completaram a 24a. Maratona de Boston na posição 5.083 entre mais de 20 mil participantes. Seu melhor tempo? 2 horas e 40 minutos em 92, apenas 35 min mais que o recorde mundial que, caso você não saiba, foi batido por um homem que não empurrava ninguém numa cadeira de rodas enquanto corria.
-- Não há dúvida -- digita Dick -- MEU PAI É O PAI DO SÉCULO.
E Dick também ganhou algo com isso. Há dois anos ele teve um leve ataque cardíaco durante uma corrida. Os médicos descobriram que uma de suas artérias estava 95% entupida. Os médicos disseram que se ele não tivesse se dedicado para entrar em forma é provável que já teria morrido uns 15 anos antes. De certa forma Dick e Rick salvaram a vida um do outro.
Rick, que hoje tem seu próprio apartamento (ele recebe cuidados médicos) e trabalha em Boston, e Dick, que se aposentou do exército e mora em Holland, Massachussets, sempre acham um jeito de ficarem juntos. Eles fazem palestras em todo o país e participam de alguma cansativa corrida nos finais de semana.
No próximo Dia dos Pais Rick irá pagar um jantar para seu pai, mas o que ele deseja mesmo poder fazer é um presente que ninguém poderia comprar.
-- EU GOSTARIA -- digita Rick -- DE UM DIA PODER EMPURRAR MEU PAI NA CADEIRA PELO MENOS UMA VEZ.
Um dia todos seremos julgados por Deus PAI e veremos que poderíamos ter feito muito mais por nossos filhos apenas deixando que os pais sejam pais e aos filhos desfrutarem deste privilégio.
Obrigado Senhor Deus por ter tido um Pai e uma mãe que me amaram com o teu amor. Peço-te que este privilégio se extenda a minha decendência.
85 vezes Dick Hoyt empurrou seu filho deficiente, Rick, por 42 km em maratonas. 80 vezes ele não só empurrou seu filho os 42 km em uma cadeira de rodas, mas também o rebocou por 4 km em um barquinho enquanto nadava e pedalou 180 km com ele sentado em um banco no guidão da bicicleta -- tudo isso em um mesmo dia.
Dick também o levou em corridas de esqui, escalou montanhas com ele às costas e chegou a atravessar os Estados Unidos rebocando-o com uma bicicleta. E o que Rick fez por seu pai? Não muito -- exceto salvar sua vida.
Esta história de amor começou em Winchester, nos EUA, há 43 anos quando Rick foi estrangulado pelo cordão umbilical durante o parto, ficando com uma lesão cerebral e incapacitado de controlar os membros do corpo.
-- Ele irá vegetar pelo resto da vida -- disse o médico para Dick e sua esposa Judy quando Rick tinha nove meses. -- Vocês devem interná-lo em uma instituição.
Mas o casal não acreditou. Eles repararam como os olhos de Rick seguiam os dois pelo quarto. Quando Rick fez 11 anos eles o levaram ao departamento de engenharia da Tufts University e perguntaram se havia algum jeito do garoto se comunicar.
-- Jeito nenhum -- disseram a Dick -- Seu cérebro não tem atividade alguma.
-- Conte uma piada para ele -- Dick desafiou. Eles contaram e Rick riu. Na verdade tinha muita coisa acontecendo no cérebro de Rick.
Usando um computador adaptado para ele poder controlar o cursor tocando com a cabeça um botão no encosto de sua cadeira, Rick finalmente foi capaz de se comunicar. Primeiras palavras? "Go Bruins!", o grito da torcida dos times da Universidade da Califórnia.
Depois que um estudante ficou paralítico em um acidente e a escola decidiu organizar uma corrida para levantar fundos para ele, Rick digitou: "Papai, quero participar".
Isso mesmo. Como poderia Dick, que se considerava a si mesmo um "leitão", que nunca tinha corrido mais que um quilômetro de cada vez, empurrar seu filho por 8 km? Mesmo assim ele tentou.
-- Daquela vez eu fui o inválido -- lembra Dick -- Fiquei com dores durante duas semanas.
Aquilo mudou a vida de Rick. Ele digitou em seu computador:
-- Papai, quando você corria eu me sentia como se não fosse mais portador de deficiências.
O que Rick disse mudou a vida de Dick. Ele ficou obcecado por dar a Rick essa sensação quantas vezes pudesse. Começou a se dedicar tanto para entrar em forma que ele e Rick estavam prontos para tentar a Maratona de Boston em 79.
-- Impossível! -- disse um dos organizadores da corrida.
Pai e filho não eram um só corredor e também não se enquadravam na categoria dos corredores em cadeira de rodas.
Durante alguns anos Dick e Rick simplesmente entraram na multidão e correram de qualquer jeito. Finalmente encontraram uma forma de entrar oficialmente na corrida: Em 83 eles correram tanto em outra maratona que seu tempo permitia qualificá-los para participar da maratona de Boston no ano seguinte.
Depois alguém sugeriu que tentassem um Triatlon. Como poderia alguém que nunca soube nadar e não andava de bicicleta desde os 6 anos de idade rebocar seu filho de 50 kg em um triatlon? Mesmo assim Dick tentou.
Hoje ele já participou de 212 triatlons, inclusive 4 cansativos Ironmans de 15 horas no Havaí. Deve ser demais alguém nos seus 25 anos de idade ser ultrapassado por um velho rebocando um adulto em um barquinho, você não acha? Então por que Dick não competia sozinho?
-- De jeito nenhum -- ele diz. Dick faz isso apenas pela sensação que Rick pode ter e demonstrar com seu grande sorriso enquanto correm, nadam e pedalam juntos.
Este ano, aos 65 e 43 anos de idade respectivamente, Dick e Rick completaram a 24a. Maratona de Boston na posição 5.083 entre mais de 20 mil participantes. Seu melhor tempo? 2 horas e 40 minutos em 92, apenas 35 min mais que o recorde mundial que, caso você não saiba, foi batido por um homem que não empurrava ninguém numa cadeira de rodas enquanto corria.
-- Não há dúvida -- digita Dick -- MEU PAI É O PAI DO SÉCULO.
E Dick também ganhou algo com isso. Há dois anos ele teve um leve ataque cardíaco durante uma corrida. Os médicos descobriram que uma de suas artérias estava 95% entupida. Os médicos disseram que se ele não tivesse se dedicado para entrar em forma é provável que já teria morrido uns 15 anos antes. De certa forma Dick e Rick salvaram a vida um do outro.
Rick, que hoje tem seu próprio apartamento (ele recebe cuidados médicos) e trabalha em Boston, e Dick, que se aposentou do exército e mora em Holland, Massachussets, sempre acham um jeito de ficarem juntos. Eles fazem palestras em todo o país e participam de alguma cansativa corrida nos finais de semana.
No próximo Dia dos Pais Rick irá pagar um jantar para seu pai, mas o que ele deseja mesmo poder fazer é um presente que ninguém poderia comprar.
-- EU GOSTARIA -- digita Rick -- DE UM DIA PODER EMPURRAR MEU PAI NA CADEIRA PELO MENOS UMA VEZ.
domingo, 14 de agosto de 2011
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